escrevo para não deixar morrer as
ideias, porque elas ficam. o tempo
passa. mas elas ficam. descobri
que por isso não me sento devagar.
e escrevo rápido. a revelação inicia-se
por ai.
nunca nos sentamos porque queremos,
mas porque conseguimos. conseguir e
fazer. eis dois verbos que pedem tempo
e reflexão...
Monday, November 29, 2004
Monday, November 22, 2004
implacável na forma como nos chega,
um filme de uma tristeza feita de veludo,
"sempre atrás de uma coisa que está a
desaparecer". e é assim verdade, magoa...
A BSO é enorme..., e está tudo aqui,
www.wkw2046.com.
Saturday, November 20, 2004
"Por ali sentado, escuto um presente
que foi e assumo o tempo que corre
imparável. A vida diante de mim, o
príncipio quero dizer, num resgate
impossível de chegar.
Balanço o corpo, atinjo a medida certa,
e olho por diante entre fugazes corridas
onde o outrora abondonado se revela,
aos poucos, por entre a penumbra que
o ocaso deixa descobrir.
O regresso faz-se, de avanços..."
resgatei, é esta a palavra, do meu caderno
de apontamentos esta nota que pode
um dia vir muito bem a apresentar o
começo de tudo, life series: look back
-
belos são os Language of Flowers.
já fazem parte da mobilia. Estão
em languageofflowers.org. Eles
adoram visitas...
que foi e assumo o tempo que corre
imparável. A vida diante de mim, o
príncipio quero dizer, num resgate
impossível de chegar.
Balanço o corpo, atinjo a medida certa,
e olho por diante entre fugazes corridas
onde o outrora abondonado se revela,
aos poucos, por entre a penumbra que
o ocaso deixa descobrir.
O regresso faz-se, de avanços..."
resgatei, é esta a palavra, do meu caderno
de apontamentos esta nota que pode
um dia vir muito bem a apresentar o
começo de tudo, life series: look back
-
belos são os Language of Flowers.
já fazem parte da mobilia. Estão
em languageofflowers.org. Eles
adoram visitas...
Tuesday, November 09, 2004
Podia ser como o resto que
encontro no fim do dia... mas
é na manhã que respiro bem.
Para o bem e para o mal...
Não faço das minhas, as tuas
palavras, as tuas. Mas queira
o céu julgar o insensato que
escorre pelo ventre do
sofredores. E eu não sou
religioso... sou apenas um.
-
estes andam esta semana
no meu "radar".
encontro no fim do dia... mas
é na manhã que respiro bem.
Para o bem e para o mal...
Não faço das minhas, as tuas
palavras, as tuas. Mas queira
o céu julgar o insensato que
escorre pelo ventre do
sofredores. E eu não sou
religioso... sou apenas um.
-
estes andam esta semana
no meu "radar".
Saturday, November 06, 2004
Thursday, October 28, 2004
"Anna dobrava-se para apanhar uma moeda
do chão e nesse movimento a saia subia e quem
passava via-lhe as nádegas. De tanto serem
vistas as nádegas de Anna ficaram gordas. Até
que um dia Anna já não conseguiu dobrar-se
para apanhar a moeda do chão. E ficou pobre e
gorda, rodeada de moedas que não podia apanhar."
recheio de um livro que visito com frequência, palavras
que moldam o pensar. De quem vem, é o tormento do costume.
Gonçalo M. Tavares in Biblioteca. Desta vez, num apontamento
sobre Ionesco.
do chão e nesse movimento a saia subia e quem
passava via-lhe as nádegas. De tanto serem
vistas as nádegas de Anna ficaram gordas. Até
que um dia Anna já não conseguiu dobrar-se
para apanhar a moeda do chão. E ficou pobre e
gorda, rodeada de moedas que não podia apanhar."
recheio de um livro que visito com frequência, palavras
que moldam o pensar. De quem vem, é o tormento do costume.
Gonçalo M. Tavares in Biblioteca. Desta vez, num apontamento
sobre Ionesco.
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